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domingo, 31 de março de 2013

Acordo entre Jordânia e palestinos para 'defender' Jerusalém


O rei de Jordânia, Abdullah II e o presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas, assinaram neste domingo um acordo manifestando seu "objetivo comum de defender" Jerusalém e seus lugares sagrados muçulmanos contra qualquer "tentativa de judaização", indicou o Palácio Real.
"Neste acordo histórico, Abbas lembrou que o rei é o guardião dos lugares sagrados de Jerusalém, e que tem o direito de realizar todos os esforços legais para protegê-los, em particular a mesquita Al-Aqsa", escreveu o palácio em um comunicado.
O acordo "ressalta igualmente os princípios históricos sobre os quais Jordânia e Palestina chegaram a um acordo para manter seus esforços conjuntos para proteger a cidade e seus lugares sagrados das tentativas de judaização israelense", continuou o comunicado.
No texto é reafirmado também "o objetivo comum" de ambos os países "de defender toda Jerusalém, sobretudo em um momento crítico em que a cidade enfrenta (...) mudanças ilegais diariamente" que ameaçam "sua autenticidade e sua identidade original", segundo o texto.
"Jerusalém enfrenta atualmente desafios maiores e tentativas de alterar sua identidade árabe, muçulmana e cristã", insiste o Palácio Real.
Em Jerusalém fica localizado o terceiro lugar sagrado do Islã, a Esplanada das Mesquitas, onde estão as mesquitas Cúpula da Rocha e Al-Aqsa.
Este lugar, que os muçulmanos chamam de "Nobre Santuário" (Haram al-Sharif); e os judeus, de "Monte do Templo", em referência ao antigo Templo de Jerusalém destruído pelos romanos no ano 70, é um lugar sagrado para o Islã, assim como para o judaísmo, e fonte de tensão entre as duas comunidades.
Durante a guerra dos Seis Dias, de 1967, Israel tomou o controle de Jerusalém Oriental para depois anexá-la, uma decisão que a comunidade internacional nunca reconheceu.
Os palestinos consideram Jerusalém Oriental como a capital de seu futuro Estado.
Desde a guerra de 1967, a Jordânia, que assinou em 1994 um tratado de paz com Israel, é a guardiã dos lugares sagrados muçulmanos de Jerusalém.

sábado, 30 de março de 2013

Polícia russa detém 13 ativistas da oposição perto da Praça Vermelha


A polícia russa deteve neste sábado uma dezena de ativistas que tentavam protestar na Praça Vermelha de Moscou em apoio a opositores presos, constatou um fotógrafo da AFP. As forças de segurança detiveram 13 pessoas das cerca de 30 reunidas perto do Kremlin, afirmou à AFP uma das detidas, Ekaterina Mochalova.
"Acabávamos de nos reunir perto de um monumento quando a polícia nos prendeu", declarou por telefone à AFP a partir de um carro da polícia. Os ativistas exigem a libertação de opositores detidos depois de uma grande manifestação contra o presidente Vladimir Putin, no dia 6 de maio de 2012, que havia aberto caminho para distúrbios com a polícia.

Coreia do Norte anuncia que está 'em estado de guerra' com o Sul


O governo da Coreia do Norte anunciou neste sábado que está em "estado de guerra" com a Coreia do Sul, em uma nova ameaça que gerou uma onda de reações críticas e apelos por moderação para evitar uma catástrofe na problemática península coreana.
"A partir de agora, as relações intercoreanas estão em estado de guerra e todas as questões entre as duas Coreias serão tratadas segundo o protocolo adaptado à guerra", declarou o governo da Coreia do Norte em um comunicado atribuído a todos os organismos oficiais.
"A situação que prevalece há muito tempo, segundo a qual a península coreana não está em guerra e nem em paz, acabou", afirmou o texto divulgado pela agência oficial de notícias norte-coreana, KCNA.
O comunicado também adverte que qualquer provocação militar próxima às fronteiras terrestres ou marítimas entre o Norte e o Sul levará a "um conflito em grande escala e a uma guerra nuclear".
O governo também ameaçou fechar o complexo industrial binacional com a Coreia do Sul da localidade de Kaesong, a 10 quilômetros da fronteira.
O anúncio de Pyongyang é a mais recente de uma série de ameaças da Coreia do Norte, recebidas com duras advertências pela Coreia do Sul e pelos Estados Unidos e que preocupam o mundo.
Na sexta-feira, o líder norte-coreano, Kim Jong-un, ordenou o início dos preparativos para atacar com mísseis o território dos Estados Unidos e suas bases no Pacífico e na Coreia do Sul, em resposta aos voos de treinamento de bombardeiros americanos B-2, invisíveis a radares.
Em caso de provocação imprudente dos Estados Unidos, as forças norte-coreanas "deverão atacar sem piedade o (território) continental americano (...), as bases militares do Pacífico, incluindo Havaí e Guam, e as que se encontram na Coreia do Sul", declarou Kim, citado pela agência oficial.
Em Seul, o Ministério de Unificação afirmou que as ameaças do Norte não são novas, e sim "mais um elemento em uma série de ameaças provocadoras".
Já o Ministério da Defesa sul-coreano indicou que não era observado movimento de tropas norte-coreanas perto da fronteira.
Os Estados Unidos declararam imediatamente após o anúncio que levam a sério estas novas ameaças.
"Vimos as informações sobre uma nova declaração não construtiva da Coreia do Norte. Levamos estas ameaças a sério e estamos em contato direto com nosso aliado sul-coreano", disse Caitlin Hayden, porta-voz do Conselho Nacional de Segurança, na Casa Branca.
Por sua vez, a Rússia pediu neste sábado responsabilidade máxima e moderação das partes na península coreana para evitar que a escalada de tensões se torne um conflito armado.
"Esperamos que todas as partes mostrem responsabilidade máxima e moderação, e que ninguém cruze uma linha depois da qual não seja possível voltar atrás", disse Grigory Logvinov, responsável pela península coreana na chancelaria russa, citado pela agência Interfax.
Já a chancelaria francesa emitiu uma nota na qual pediu encarecidamente à Coreia do Norte que evite "novas provocações, que cumpra com suas obrigações internacionais, sobretudo no âmbito das resoluções pertinentes das Nações Unidas, e retome rapidamente o caminho do diálogo".
E o ministro alemão das Relações Exteriores, Guido Westerwelle, publicou um artigo no periódico Bild no qual pediu que a Coreia do Norte pare de brincar com fogo, reiterando a solidariedade da Alemanha com a Coreia do Sul.
A China já havia pedido na sexta-feira às partes interessadas "que façam esforços coletivos para resolver a situação".
"A paz e a estabilidade na península coreana são benéficas para todos", declarou o porta-voz do ministério das Relações Exteriores chinês, Hong Lei.
Tecnicamente, as duas Coreias seguem em guerra desde o fim da Guerra da Coreia (1950-53), que terminou com um armistício, e não com um tratado de paz.
A anulação do cessar-fogo abre, teoricamente, o caminho para uma retomada das hostilidades, mas, segundo os observadores, esta não é a primeira vez que a Coreia do Norte anuncia o fim do armistício.
O armistício foi aprovado pela Assembleia Geral das Nações Unidas, e a ONU e a Coreia do Sul rejeitam uma retirada unilateral deste acordo por parte do Norte.
Na quinta-feira, em um contexto de escalada de tensões, dois bombardeiros B-2 sobrevoaram a Coreia do Sul, em uma forma de os Estados Unidos ressaltarem sua aliança militar com Seul em caso de agressão do Norte.
Pouco depois, o secretário de Defesa americano, Chuck Hagel, disse que os Estados Unidos estão preparados para enfrentar qualquer eventualidade

sexta-feira, 29 de março de 2013

Número de mortos na Nicarágua na Semana Santa chega a 25


Pelo menos 25 pessoas morreram até agora no feriado de Semana Santa na Nicarágua por afogamento, acidentes de trânsito e homicídios, informaram nesta sexta-feira as autoridades.
Em entrevista coletiva, o subdiretor da Polícia Nacional, Francisco Díaz, pediu prudência a motoristas e pedestres nos últimos três dias de feriado.
Na Quinta-Feira Santa quatro pessoas morreram em acidentes de trânsito. O excesso de velocidade e de passageiros, as imprudências dos pedestres e dos motoristas em estado de embriaguez foram as principais causas destes acidentes, especificou Díaz.
A polícia mantém desde quarta-feira um contingente de 14 mil agentes, dois mil deles voluntários, para resguardar a segurança nesta Semana Santa, principalmente nos arredores dos balneários e centros turísticos.
Já a Cruz Vermelha desdobrou dois mil salva-vidas para vigiar os banhistas, da Quinta-Feira Santa até o Domingo da Ressurreição, quando a afluência de veranistas é maior nas 134 praias do País.
Um total de 25.533 funcionários resguardará a segurança das pessoas em nível nacional nesta Semana Santa.
A Nicarágua espera a visita de 500 mil turistas durante a Semana Santa aos balneários, inclusive 50 mil estrangeiros, segundo o Instituto Nicaraguense de Turismo (Intur).
No ano passado 64 pessoas morreram em acidentes de trânsito, afogamentos e homicídios na Semana Santa, segundo números oficiais.

Foto mostra Kim Jong-un com possível mapa de alvos nos Estados Unidos

Atrás do presidente da Coreia do Norte, é visível um mapa dos Estados Unidos: ali estariam marcados alvos em potencial
Foto: Reuters

Fotos divulgadas nesta sexta-feira pela Coreia do Norte mostram o líder Kim Jong-un dentro de seu centro de comando militar assinando a ordem de colocar foguetes em estado de prontidão para atacar o território americano. As imagens, publicadas no jornal estatal Rodong, mostram o presidente cercado por seus generais com mapas e diagramas em larga escala dos Estados Unidos. Neles, estariam apontados alvos do possível ataque norte-coreano: as cidades de Washington D.C., Los Angeles, Atlanta e Honolulu (Havaí).
Um gráfico marcado como "plano de ataque aos Estados Unidos" em caracteres coreanos aparece no fundo de uma das fotografias, feita durante uma reunião de emergência em local não revelado. Em seu habitual tom belicista, os meios norte-coreanos publicaram ontem que seu líder, Kim Jong-un, ordenou apontar seus mísseis para atacar a "qualquer momento" alvos dos Estados Unidos e da Coreia do Sul.
Além do mapa que traça linhas sofre o território americano, outro fato chamou a atenção na mesa de trabalho de Kim Jong-un: um computador que parece um iMac, da Apple. A empresa mantém um embargo comercial na Coreia do Norte, e chama atenção para o meio como o produto foi obtido, além de revelar um paradoxo em meio à tensão entre o país comunista e seus rivais dos Estados Unidos. Em fevereiro, uma foto do líder norte-coreano usando um smartphone já havia provocado muita especulação.
O líder norte-coreano Kim Jong-un preside reunião de emergência em Pyongyang nesta sexta; ao lado, o que parece ser um iMac, da Apple

Argentina vive com fervor 1ª Semana Santa com Papa Francisco


Os católicos da Argentina viveram a Sexta-Feira da Paixão com renovado fervor religioso em diferentes pontos do país, na primeira Semana Santa após a eleição de Jorge Bergoglio como sumo pontífice da Igreja Católica.
Uma das representações da Via-Sacra com maior participação ocorreu à noite nas ruas de Buenos Aires, cidade na qual Bergoglio era arcebispo até o último dia 13 de março, quando foi eleito papa. A Via-Sacra, da qual Bergoglio tradicionalmente participava, reuniu uma multidão na Avenida de Mayo, uma das principais da capital argentina.
O "caminho da cruz", organizado conjuntamente pela Associação Amigos da Avenida de Mayo e o Arcebispado de Buenos Aires, foi presidida pelo Cristo do "Bom Amor" e pela imagem de Nossa Senhora Dolorosa, além de uma cruz penitencial de 15 metros de comprimento e 130 quilos.
O presidente da Associação Amigos da Avenida de Mayo, Manuel Pérez Amigo, contou àAgência EFE que nas últimas 10 edições desta Via-Sacra Bergoglio participou "como mais um dos fiéis da cidade". Trata-se do mesmo Bergoglio que, em carta pastoral escrita no último dia 25 de fevereiro, pouco antes de partir a Roma para o conclave, pediu, especialmente para esta Semana Santa, trabalho "para conseguir que a Igreja esteja na rua tentando manifestar mais a presença de Jesus vivo".
Papa Francisco
A figura do religioso esteve igualmente presente nesta edição da Via-Sacra portenha, nas expressões dos fiéis, que rezaram especialmente pelas intenções de Francisco, cuja chegada ao trono de Pedro gerou uma verdadeira comoção na Argentina. "Estive falando com diversos sacerdotes nestes dias e todos notam nas igrejas uma assistência fora do comum. Muita gente que tinha se afastado da Igreja, perante as mensagens e os gestos do papa sobre a humildade e a pobreza, está voltando a se aproximar", disse Pérez Amigo à EFE.
O fervor religioso e as preces pelo Santo Padre também foram sentidos em outros pontos da Argentina, embora uma das expressões mais originais desta Sexta-Feira Santa tenha ocorrido na cidade de Puerto Madryn (1.470 quilômetros ao sul de Buenos Aires), onde foi realizada a já tradicional Via-Sacra submarina.
O percurso, promovido pela Secretaria de Turismo local, foi feito com 11 paradas em terra, na cidade e na praia, e três no mar, comandado pelo sacerdote Juan Gabriel Arias, com a assistência de mergulhadores profissionais e fiéis que inclusive acompanharam a procissão com botes e caiaques.
Com traje de mergulhador, túnica e estola sacerdotais com chumbos no círculo, o padre Arias guiou a cruz até oito metros de profundidade, onde também rezou pelo papa Francisco. Arias contou à EFE que, como exerce seu ministério sacerdotal em Buenos Aires, foi o ex-arcebispo da capital argentina quem lhe deu a autorização para fazer esta Via Crúcis tão peculiar. "Há pessoas que não iriam a uma Via-Sacra tradicional, mas se interessam por esta. E assim a mensagem de Jesus chega a mais gente. Trata-se de buscar novas maneiras de anunciar sua palavra", disse Arias, fazendo eco do pedido do papa Francisco.